InicioEl TratadoCapítulosCapítulo 38
Tratado de Cirurgia da Coluna Vertebral
SECCIÓN 4Deformidades de la Columna Vertebral
Capítulo38

Espondilolistesis en el Niño

La lectura completa de este capítulo está disponible exclusivamente en la edición impresa del Tratado.
Sec. 4Deformidades de la Columna Vertebral
Cap. 38Capítulo Clínico
3autores
Português
Español
English
Referênciascitas científicas
📑

Resumen del capítulo

Contexto: A espondilolisis e a espondilolistesis na criança constituem alterações da transição lombossacra cuja expressão clínica varia desde achados radiográficos assintomáticos até deformidades de alto grau acompanhadas de desequilíbrio sagital, dor, radiculopatía e comprometimento funcional. A espondilolisis corresponde ao defeito do pars interarticularis, enquanto a espondilolistesis caracteriza o deslizamento vertebral. Sua fisiopatologia é multifatorial e envolve sobrecarga mecânica repetitiva, morfologia vertebral, parámetros espinopélvicos, predisposição genética e determinadas atividades esportivas. A maioria das formas de baixo grau apresenta evolução favorável, mas o risco de progressão aumenta em pacientes ainda em crescimento e em determinadas configurações anatômicas. O capítulo destaca que a análise moderna não deve se limitar à porcentagem de deslizamento: cifosis lombossacra, posição da pelve e equilibrio sagital global modificam o significado da deformidade e são fundamentais para decidir entre observação, artrodesis in situ e redução.
Objetivo del capítulo: presentar los fundamentos anatômicos, fisiopatológicos, clínicos e radiográficos da espondilolisis e da espondilolistesis pediátrica. O leitor deverá reconhecer os diferentes padrões da doença, selecionar os estudios de imagen, compreender as classificações de Meyerding e do Spinal Deformity Study Group (SDSG), avaliar equilíbrio espinopélvico e cifosis lombossacra e compreender os princípios que orientam tratamiento conservador, reparo do pars, artrodesis in situ, redução e prevenção das principais complicações.
espondilolisis e espondilolistesis como doença do crescimentoA espondilolisis é interpretada no capítulo como resultado de uma fratura por estresse do pars interarticularis em indivíduo predisposto por fatores genéticos e morfológicos. O bipedalismo, a lordosis lumbar e atividades que combinam hiperextensão e rotação aumentam as forças sobre a unión lumbosacra. parámetros espinopélvicos e a orientação das estruturas posteriores também participam desse ambiente biomecânico. A progressão do deslizamento ocorre predominantemente durante o crescimento e torna-se menos frequente após a maturidade esquelética. Por isso, idade biológica e potencial de crescimento fazem parte da avaliação mesmo em pacientes assintomáticos.
Quadro clínico e compensação posturalCasos de baixo grau podem permanecer inteiramente assintomáticos. Quando há dor, ela costuma ser lombar baixa, relacionada à atividade e aliviada pelo repouso. Deslizamentos maiores podem associar-se a sintomas radiculares, claudicação e, mais raramente, alterações esfincterianas. À medida que aumenta a deformidade lombossacra, surgem mecanismos compensatórios envolvendo lordosis lumbar, retroversão pélvica e flexão dos membros inferiores. A Figura 1 demonstra o sinal de Phalen-Dickson, expressão clínica desse desequilíbrio. A retração dos isquiotibiais, ilustrada na Figura 2, constitui outro achado característico em determinados pacientes.
Imagem: cada método responde uma perguntaRadiografias em ortostase constituem o ponto de partida e permitem reconhecer o deslizamento, avaliar a deformidade e analisar o equilíbrio global. O capítulo desencoraja o emprego rotineiro das incidências oblíquas quando não acrescentam informação suficiente para justificar a exposição adicional à radiação. A tomografía computarizada (TC) (TC) detalha o defeito ósseo do pars e a anatomia em casos complexos, como demonstra a Figura 4. Cintilografia e tomografía computarizada (TC) por emissão de fóton único (SPECT) podem contribuir para diferenciar determinadas lesões ativas de defeitos crônicos. A resonancia magnética (RM) (RM) evita radiação, pode reconhecer alterações precoces relacionadas ao estresse ósseo e é especialmente importante diante de sintomas neurológicos ou no planificación quirúrgica.
Classificar além do percentual de deslizamentoA classificação de Meyerding, representada na Figura 5, permanece uma linguagem simples para quantificar o deslizamento. Wiltse-Newman-Macnab e Marchetti-Bartolozzi acrescentam perspectiva etiológica. O capítulo atribui especial relevância à classificação do SDSG, apresentada nas Figuras 7 e 8, porque integra deformidade local, morfologia e posição da pelve e equilíbrio global do tronco. A cifosis lombossacra, exemplificada pelos parâmetros da Figura 6, passa a ter papel central: a porcentagem de deslizamento deixa de ser o único elemento que determina a gravidade funcional da doença.
Tratamento guiado por sintomas, progressão e equilíbrioA maioria das espondilólises e espondilolisteses de baixo grau é manejada inicialmente de forma conservadora, com modificação das atividades, controle da dor, fisioterapia e acompanhamento durante o crescimento. A cirurgia é considerada diante de sintomas persistentes, progressão, comprometimento neurológico ou deformidades de maior gravidade. As possibilidades incluem reparo direto do pars em pacientes muito selecionados, diferentes modalidades de artrodesis e, nos casos de maior desequilíbrio, redução associada à reconstrução. O conceito enfatizado pelos autores é que, nos deslizamentos graves, corrigir a cifosis lombossacra e restabelecer o equilíbrio espinopélvico é mais importante do que buscar obrigatoriamente uma redução completa da translação.
Aplicación clínica: Na prática, um defeito do pars encontrado na investigação de lumbalgia não deve ser automaticamente considerado a causa da dor. História, padrão dos sintomas, atividade esportiva e examen físico devem ser correlacionados com a imagem. Em pacientes em crescimento, mesmo uma espondilolistesis pouco sintomática merece acompanhamento quando a morfologia sugere maior possibilidade de progressão. Radiografias panorâmicas em ortostase acrescentam uma informação que uma imagem localizada não oferece: mostram como coluna, sacro, pelve e membros inferiores participam conjuntamente do equilibrio sagital. A classificação do SDSG organiza essa análise e ajuda a separar pacientes com deslizamento aparentemente semelhante, mas comportamento biomecânico diferente. Nas formas de baixo grau, o tratamento inicial procura aliviar sintomas e reduzir a sobrecarga mecânica, preservando atividade progressivamente conforme a melhora. Quando a cirurgia é necessária, a escolha entre reparo do pars, artrodesis in situ e redução depende de idade, disco, qualidade óssea, progressão, neurologia e equilíbrio espinopélvico. Nos deslizamentos graves, a decisão de reduzir deve ser especialmente criteriosa. O capítulo enfatiza proteção da raiz de L5, descompresión adequada quando indicada e monitoração neurofisiológica durante manobras de maior risco. Os autores apresentam ao final um algoritmo próprio, baseado na classificação SDSG, que deve ser entendido como preferência técnica do grupo, e não como solução universal para todos os pacientes.
🏷️

Palabras clave

Descriptores DeCS/MeSH preferenciales:
espondilolistesisSpondylolisthesisespondilolisisSpondylolysisVértebras LombaresLumbar VertebraeCriançaChildRadiografiaRadiographytomografía computarizada (TC) por Raios XTomography, X-Ray ComputedImageamento por resonancia magnética (RM)Magnetic Resonance ImagingFusão VertebralSpinal Fusion

Por qué importa este capítulo

Dois pacientes com o mesmo grau de deslizamento podem apresentar prognósticos e necessidades terapêuticas muito diferentes. A posição da pelve, a cifosis lombossacra, o crescimento remanescente e a capacidade do organismo de compensar a deformidade modificam completamente a interpretação da radiografia. Este capítulo mostra a evolução do raciocínio da simples quantificação do escorregamento para uma avaliação espinopélvica global. Essa mudança permite acompanhar melhor quem pode progredir, evitar cirurgias desnecessárias nos casos favoráveis e selecionar com maior segurança os pacientes nos quais a restauração do equilíbrio justifica uma reconstrução mais complexa.

A espondilolistesis pediátrica deve ser avaliada como uma deformidade local, regional e global. O percentual de deslizamento é importante, mas não define sozinho prognóstico ou tratamento. Crescimento remanescente, cifosis lombossacra, posição da pelve, equilibrio sagital, sintomas e estado neurológico precisam ser integrados. A maioria dos casos de baixo grau evolui bem com tratamiento conservador; nas formas graves, a reconstrução deve priorizar equilíbrio e função, evitando perseguir redução completa à custa de maior risco neurológico.

Destacados del capítulo

🌐
Card 1 — Conceito essencial
Deslizamento não conta tudo

A porcentagem de translação descreve apenas uma dimensão da deformidade. cifosis lombossacra, incidência e posição da pelve e equilíbrio global do tronco podem diferenciar pacientes com graus semelhantes de espondilolistesis e ajudam a explicar por que seu prognóstico e tratamento não são necessariamente iguais.

🩺
Card 2 — Decisão clínica
Corrija o equilíbrio, não números

Nos deslizamentos graves, os autores enfatizam que o objetivo principal da reconstrução é melhorar a relação entre L5, sacro e pelve e restabelecer o equilibrio sagital. A redução percentual pode ocorrer como consequência, mas buscá-la de forma completa não deve se sobrepor à segurança neurológica.

📐
Card 3 — Pérola ou alerta
Proteja a raiz de L5

A raiz de L5 é particularmente vulnerável durante procedimentos de redução. descompresión insuficiente e tensão excessiva podem resultar em radiculopatía. O capítulo recomenda que a estratégia seja planejada antes da manobra corretiva, com adequada liberação neural e monitorização nos casos de maior risco.

📚

Referencias bibliográficas

1. Herbiniaux G. Traité sur divers accouchemens laborieux et sur les polypes de la matrice... 1782.
2. Lonstein JE. Spondylolisthesis in children. Spine (Phila Pa 1976). 1999;24(24):2640.
3. Lan Z, Yan J, Yang Y, Xu Q, Jin Q. A review of the main classifications of lumbar spondylolisthesis. World Neurosurg. 2023;171:94-102.
4. Fredrickson BE, Baker D, McHolick WJ, Yuan HA, Lubicky JP. The natural history of spondylolysis and spondylolisthesis. J Bone Joint Surg Am. 1984;66(5):699-707.
5. Helenius I, Virkki E, Toomela T, Studer D, Gehrchen M, Ahonen M. An Acta Orthopaedica educational article: treatment of pediatric spondylolysis and spondylolisthesis. Acta Orthop. 2025;96:80-6.
6. Wiltse LL, Newman PH, Macnab I. Classification of spondylolisis and spondylolisthesis. Clin Orthop Relat Res. 1976;(117):23-9.
7. Roche MB, Rowe GG. The incidence of separate neural arch and coincident bone variations; a summary. J Bone Joint Surg Am. 1952;34-A(2):491-4.
8. Logroscino G, Mazza O, Aulisa G, Pitta L, Pola E, Aulisa L. Spondylolysis and spondylolisthesis in the pediatric and adolescent population. Childs Nerv Syst. 2001;17(11):644-55.
9. Choi JH, Ochoa JK, Lubinus A, Timon S, Lee YP, Bhatia NN. Management of lumbar spondylolysis in the adolescent athlete: a review of over 200 cases. Spine J. 2022;22(10):1628-33.
10. Finkel RA, Narendran N, Farivar D, Nilssen P, Metzger MF, Skaggs DL, et al. Lumbosacral anatomy is unique in pediatric spondylolysis. Spine Deform. 2025;13(4):1197-204.
11. Stewart TD. [The age incidence of neural-arch defects in Alaskan natives, considered from the standpoint of etiology]. J Bone Joint Surg Am. 1953;35-A:937-50.
12. Wiltse LL. The etiology of spondylolisthesis. J Bone Joint Surg Am. 1962;44-A:539-60.
13. Cyron BM, Hutton WC. Variations in the amount and distribution of cortical bone across the partes interarticulares of L5. A predisposing factor in spondylolysis? Spine (Phila Pa 1976). 1979;4(2):163-7.
14. Rosenberg NJ, Bargar WL, Friedman B. The incidence of spondylolysis and spondylolisthesis in nonambulatory patients. Spine (Phila Pa 1976). 1981;6(1):35-8.
15. Ogilvie JW, Sherman J. Spondylolysis in Scheuermann’s disease. Spine (Phila Pa 1976). 1987;12(3):251-3.
16. Simper LB. Spondylolysis in Eskimo skeletons. Acta Orthop Scand. 1986;57(1):78-80.
17. Miki T, Tamura T, Senzoku F, Kotani H, Hara T, Masuda T. Congenital laminar defect of the upper lumbar spine associated with pars defect. A report of eleven cases. Spine (Phila Pa 1976). 1991;16(3):353-5.
18. Albanese M, Pizzutillo PD. Family study of spondylolysis and spondylolisthesis. J Pediatr Orthop. 1982;2(5):496-9.
19. Wynne-Davies R, Scott JH. Inheritance and spondylolisthesis: a radiographic family survey. J Bone Joint Surg Br. 1979;61-B(3):301-5.
20. Kong Q, Wei B, Niu S, Liao J, Zu Y, Shan T. Age, pelvic incidence, facet joint angle and pedicle-facet angle as correlative factors for isthmic spondylolisthesis: a retrospective case control study. BMC Musculoskelet Disord. 2023;24(1):497.
21. Lemoine T, Fournier J, Odent T, Sembély-Taveau C, Merenda P, Sirinelli D, et al. The prevalence of lumbar spondylolysis in young children: a retrospective analysis using CT. Eur Spine J. 2018;27(5):1067-72.
22. Kriz PK, Kobelski GP, Kriz JP, Willwerth SB, Hunt DL, Evangelista PT, et al. Pars interarticularis and pedicle stress injuries in young athletes with low back pain: a retrospective cohort study of 902 patients evaluated with magnetic resonance imaging. Am J Sports Med. 2024;52(10):2639-45.
23. Beutler WJ, Fredrickson BE, Murtland A, Sweeney CA, Grant WD, Baker D. The natural history of spondylolysis and spondylolisthesis: 45-year follow-up evaluation. Spine (Phila Pa 1976). 2003;28(10):1027-35; discussion 1035.
24. Millson HB, Gray J, Stretch RA, Lambert MI. Dissociation between back pain and bone stress reaction as measured by CT scan in young cricket fast bowlers. Br J Sports Med. 2004;38(5):586-91.
25. Feldman DS, Straight JJ, Badra MI, Mohaideen A, Madan SS. Evaluation of an algorithmic approach to pediatric back pain. J Pediatr Orthop. 2006;26(3):353-7.
26. El Rassi G, Takemitsu M, Woratanarat P, Shah SA. Lumbar spondylolysis in pediatric and adolescent soccer players. Am J Sports Med. 2005;33(11):1688-93.
27. Danielson BI, Frennered AK, Irstam LK. Radiologic progression of isthmic lumbar spondylolisthesis in young patients. Spine (Phila Pa 1976). 1991;16(4):422-5.
28. Nedelea DG, Vulpe DE, Gherghiceanu F, Capitanu BS, Dragosloveanu S, Stoica IC. Surgical and non-surgical management of spondylolisthesis: a comprehensive review. J Med Life. 2025;18(3):196-207.
29. Hu SS, Tribus CB, Diab M, Ghanayem AJ. Spondylolisthesis and spondylolysis. J Bone Joint Surg Am. 2008;90(3):656-71.
30. Phalen GS, Dickson JA. Spondylolisthesis and tight hamstrings. J Bone Joint Surg Am. 1961;43-A(4):505-12.
31. Tsirikos AI, Garrido EG. Spondylolysis and spondylolisthesis in children and adolescents. J Bone Joint Surg Br. 2010;92(6):751-9.
32. Expósito Jiménez D, Álvarez de Sierra Garcia B. Magnetic resonance imaging (MRI) computed tomography (CT) in the diagnosis and classification of spondylolysis and spondylolisthesis-a narrative review. Quant Imaging Med Surg. 2024;14(11):7891-907.
33. Meyerding HS. Spondylolisthesis. Surg Gynecol Obstet. 1932;54:371-7.
34. Cetik RM, Latalski M, Yazici M. Management of low back pain accompanying sagittal plane pathologies in children: spondylolysis/spondylolisthesis and Scheuermann’s disease. J Child Orthop. 2023;17(6):535-47.
35. Ledonio CGT, Burton DC, Crawford CH 3rd, Bess RS, Buchowski JM, Hu SS, et al. Current evidence regarding diagnostic imaging methods for pediatric lumbar spondylolysis: a report from the Scoliosis Research Society Evidence-Based Medicine Committee. Spine Deform. 2017;5(2):97-101.
36. Trout AT, Sharp SE, Anton CG, Gelfand MJ, Mehlman CT. Spondylolysis and beyond: value of SPECT/CT in evaluation of low back pain in children and young adults. Radiographics. 2015;35(3):819-34.
37. Wu HH, Brown K, Flores M, Cazzulino A, Swarup I. Diagnosis and management of spondylolysis and spondylolisthesis in children. JBJS Rev. 2022;10(3). Available from: http://dx.doi.org/10.2106/JBJS.RVW.21.00176
38. Rush JK, Astur N, Scott S, Kelly DM, Sawyer JR, Warner WC Jr. Use of magnetic resonance imaging in the evaluation of spondylolysis. J Pediatr Orthop. 2015;35(3):271-5.
39. Mac-Thiong JM, Labelle H, Parent S, Poitras B, Jodoin A, Ouellet J, et al. Assessment of sacral doming in lumbosacral spondylolisthesis. Spine (Phila Pa 1976). 2007;32(17):1888-95.
40. Batra S, Garg B. Classification of spondylolisthesis. Ind Spine J. 2021;4(1):10-7.
41. Boxall D, Bradford DS, Winter RB, Moe JH. Management of severe spondylolisthesis in children and adolescents. J Bone Joint Surg Am. 1979;61(4):479-95.
42. Antoniades SB, Hammerberg KW, DeWald RL. Sagittal plane configuration of the sacrum in spondylolisthesis. Spine (Phila Pa 1976). 2000;25(9):1085-91.
43. Dubousset J. Treatment of spondylolysis and spondylolisthesis in children and adolescents. Clin Orthop Relat Res. 1997;(337):77-85.
44. Marchetti P, Bartolozzi P. Classification of spondylolisthesis as a guideline for treatment. In: Bridwell KH, DeWald RL, editors. The Textbook of Spinal Surgery. Philadelphia: Lippincott-Raven; 1997. p. 1211-54.
45. Daher M, Rezk A, Baroudi M, Balmaceno-Criss M, Gregorczyk JG, McDermott JR, et al. Lumbar spondylolisthesis grading: current standards and important factors to consider for management. World Neurosurg. 2024;190:311-7.
46. Hresko MT, Labelle H, Roussouly P, Berthonnaud E. Classification of high-grade spondylolistheses based on pelvic version and spine balance: possible rationale for reduction. Spine (Phila Pa 1976). 2007;32(20):2208-13.
47. Labelle H, Mac-Thiong JM, Roussouly P. Spino-pelvic sagittal balance of spondylolisthesis: a review and classification. Eur Spine J. 2011;20 Suppl 5:S641-6.
48. Dionne A, Mac-Thiong JM, Parent S, Shen J, Joncas J, Barchi S, et al. Clinical and radiological outcomes of gradual reduction and circumferential fusion of high-grade spondylolisthesis in adolescents: a prospective cohort study of 29 young patients. Spine Deform. 2024;12(5):1411-20.
49. Macagno A, Buchowski J, Luhmann S, Reid K, Lenke L, O’Brien M. High-grade spondylolisthesis. In: Mummaneni PV, Lenke LG, Haid RW Jr, editors. Spinal Deformity: A Guide to Surgical Planning and Management. Quality Medical Publishing; 2008. p. 591-646.
50. Frennered AK, Danielson BI, Nachemson AL. Natural history of symptomatic isthmic low-grade spondylolisthesis in children and adolescents: a seven-year follow-up study. J Pediatr Orthop. 1991;11(2):209-13.
51. Elias E, Daoud A, Elias C, Chiu RG, Sanchez JM, Nasser Z. Historical evolution, management, and outcome of surgical treatment for high-grade spondylolisthesis: a systematic review. J Neurosurg Spine. 2025;42(6):784-96.
52. Shufflebarger HL, Geck MJ. High-grade isthmic dysplastic spondylolisthesis: monosegmental surgical treatment. Spine (Phila Pa 1976). 2005;30(6 Suppl):S42-8.
53. Nilssen PK, Narendran N, Finkel RA, Illingworth KD, Skaggs DL. Spondylolisthesis in young patients in a large national cohort: reoperation rate depends on surgical approach. J Bone Joint Surg Am. 2024 Oct 31. Available from: http://dx.doi.org/10.2106/JBJS.23.01242
54. Harroud A, Labelle H, Joncas J, Mac-Thiong JM. Global sagittal alignment and health-related quality of life in lumbosacral spondylolisthesis. Eur Spine J. 2013;22(4):849-56.
55. Koucheki R, Rocos B, Gandhi R, Lewis SJ, Lebel DE. Surgical management of high-grade paediatric spondylolisthesis: meta-analysis and systematic review. Eur Spine J. 2023;32(2):436-46.
56. Takeda K, Suzuki S, Ozaki M, Takahashi Y, Tsuji O, Nagoshi N, et al. Influence of slippage reduction and correction of lumbosacral kyphosis by single-level posterior lumbar interbody fusion on spinal alignment in patients with dysplastic spondylolisthesis. Spine Deform. 2024;12(6):1761-72.
57. Guo X, Guo Z, Li W, Chen Z, Qi Q, Sun C, et al. Increased risk of adjacent segment spondylolisthesis or instability following L5-S1 versus L4-S1 fixation for L5-S1 high-grade dysplastic spondylolisthesis in children. Orthop Surg. 2025;17(4):1133-42.
58. Lamartina C, Zavatsky JM, Petruzzi M, Specchia N. Novel concepts in the evaluation and treatment of high-dysplastic spondylolisthesis. Eur Spine J. 2009;18 Suppl 1:S133-42.
59. Douleh DG, Albert G, Garg S. Surgical techniques for adolescent lumbar spondylolisthesis. J Pediatr Orthop Soc North Am. 2022;4(4):545.
60. Hasan MY, Liu G, Wong HK, Tan JH. Postoperative complications of S2AI versus iliac screw in spinopelvic fixation: a meta-analysis and recent trends review. Spine J. 2020;20(6):964-72.
61. Jiao J, Guo D, Cao J, Zhang X, Yao Z. Scoliosis risk factors and outcomes in children with dysplastic spondylolisthesis undergoing surgical reduction and fixation. J Child Orthop. 2023;17(4):360-6.
62. Michael GE, Etigunta SK, Liu A, Perales M, Alexander C, Watterson C, et al. Magnetic resonance imaging-generated synthetic computed tomography in pediatric spine patients. JB JS Open Access. 2025;10(2). Available from: http://dx.doi.org/10.2106/JBJS.OA.25.00099
63. Chang YC, Del Toro C, Gjolaj JP, Braga TA, Subhawong TK. Can artificial intelligence in spine imaging affect current practice? Practical developments and their clinical status. N Am Spine Soc J. 2025;23:100621.
64. Khan M, Ahuja K, Tsirikos AI. AI and machine learning in paediatric spine deformity surgery. Bone Jt Open. 2025;6(5):569-81.
65. Gu X, Zhang S, Liu Y, Qi J, Gu Y, Ma W. Mid-term efficacy of non-contact orthopedic robot navigation in the treatment of lumbar spondylolisthesis. BMC Musculoskelet Disord. 2024;25(1):898.
66. Dai Y, Shen G, Wang J, Chen Y, Wang K, Jin Q. Efficacy and safety of robot-assisted pedicle screw placement in lumbar spondylolisthesis: a meta-analysis. J Robot Surg. 2025;19(1):369.
Videocast SBC
Ver Videocast
Tratado en Debate

Videocast oficial derivado de los capítulos del tratado.

Episodio 1 – Capítulo 8: Columna Vertebral en el Plano Sagital

Discusión con los autores sobre los conceptos fundamentales del equilibrio sagital, parámetros radiográficos y su importancia clínica.

Ver episodio