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Tratado de Cirurgia da Coluna Vertebral
SECCIÓN 3Lesiones Traumáticas de la Columna Vertebral
Capítulo24

Lesiones Traumáticas de la Columna en la Infancia

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Sec. 3Lesiones Traumáticas de la Columna Vertebral
Cap. 24Capítulo Clínico
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Referênciascitas científicas
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Resumen del capítulo

Contexto: As lesões traumáticas da columna vertebral na população pediátrica apresentam características anatômicas, biomecânicas e epidemiológicas distintas daquelas observadas em adultos. A maior elasticidade ligamentar, a orientação horizontal das facetas articulares, a presença de centros de ossificação em desenvolvimento e a desproporção da massa cefálica em relação ao tronco tornam a coluna infantil suscetível a padrões específicos de lesão, como o trauma raquimedular sem anormalidade radiográfica (SCIWORA).
Objetivo del capítulo: Apresentar a avaliação sistemática, a propedêutica por imagem e as diretrizes de tratamiento conservador e cirúrgico nas lesões traumáticas da columna vertebral em crianças e adolescentes, com ênfase nas particularidades anatômicas do esqueleto em desenvolvimento.
Particularidades Anatômicas e BiomecânicasO esqueleto infantil caracteriza-se por sincondroses e centros de ossificação secundários, platôs cartilaginosos espessos e hiperelasticidade dos tecidos capsuloligamentares. Na columna cervical alta, a anatomia fulcral situa-se em C2-C3 nas crianças menores de 8 anos, migrando progressivamente para os níveis subaxiais com a maturidade esquelética.
Síndrome de SCIWORA e Diagnóstico por ImagemO SCIWORA (Spinal Cord Injury Without Radiographic Abnormality) ocorre pela deformação elástica transitória da coluna osteoligamentar com estiramento ou contusão da médula espinal subjacente. A resonancia magnética (RM) é mandatória para identificar edema medular, hemorragia e roturas ligamentares ocultas nas radiografias e tomografias.
Princípios de Manejo e Fixação na InfânciaA maioria das fraturas pediátricas sem déficit neurológico e sem instabilidade ligamentar grave responde favoravelmente à imobilização com órteses ou gesso. As indicações cirúrgicas reservam-se a deformidades progressivas, compressões neurais mecânicas e instabilidades articulares grosseiras, utilizando instrumentações adaptadas ao potencial de crescimento.
Aplicación clínica: Na sala de emergência, a imobilização cervical pediátrica requer calço sob o tronco para compensar o occipício proeminente e evitar cifosis forçada. A resonancia magnética (RM) precoce é o padrão-ouro em qualquer criança com déficit neurológico pós-trauma, mesmo com tomografia normal.
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Palabras clave

Descriptores DeCS/MeSH preferenciales:
Traumatismos da columna vertebralPediatriaTraumatismos da Medula Espinalresonancia magnética (RM)

Por qué importa este capítulo

O reconhecimento oportuno das lesões e o respeito ao potencial de crescimento ósseo previnem sequelas neurológicas permanentes e deformidades vertebrais progressivas ao longo do desenvolvimento.

O trauma espinhal pediátrico exige interpretação cuidadosa do esqueleto imaturo para não confundir variantes anatômicas normais com fraturas e para identificar precocemente lesões medulares ocultas.

Destacados del capítulo

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Conceito essencial
Elasticidade vs. Vulnerabilidade Neural

A coluna pediátrica pode se estirar até 5 cm sem sofrer fratura óssea, enquanto a médula espinal suporta estiramentos de apenas alguns milímetros antes de sofrer isquemia ou lesão axonal.

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Decisão clínica
RM Mandatória no SCIWORA

Radiografia e TC normais não descartam lesión medular em crianças com parestesias ou fraqueza pós-trauma; a ressonância deve ser realizada em regime de urgência.

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Pérola ou alerta
Posicionamento no Trauma

Crianças menores de 8 anos necessitam de elevação torácica ou prancha com recesso occipital para manter o alinhamento neutro e evitar flexão forçada da columna cervical.

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Referencias bibliográficas

1. Pang D, Wilberger JE Jr. Spinal cord injury without radiographic abnormalities in children. J Neurosurg. 1982;57(1):114-129.
2. Cristante AF, et al. Lesões traumáticas da coluna vertebral na infância e adolescência. Rev Bras Ortop. 2012;47(4):420-428.
3. Leonard M, et al. Pediatric cervical spine trauma: a comprehensive review. Childs Nerv Syst. 2014;30(1):15-28.
4. Booth TN. Cervical spine evaluation in pediatric trauma. AJR Am J Roentgenol. 2012;198(5):W417-W425.
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Episodio 1 – Capítulo 8: Columna Vertebral en el Plano Sagital

Discusión con los autores sobre los conceptos fundamentales del equilibrio sagital, parámetros radiográficos y su importancia clínica.

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