
Lesões Traumáticas da Coluna na Infância
Palavras-chave
Por que este capítulo importa
O reconhecimento oportuno das lesões e o respeito ao potencial de crescimento ósseo previnem sequelas neurológicas permanentes e deformidades vertebrais progressivas ao longo do desenvolvimento.
Destaques do capítulo
A coluna pediátrica pode se estirar até 5 cm sem sofrer fratura óssea, enquanto a medula espinhal suporta estiramentos de apenas alguns milímetros antes de sofrer isquemia ou lesão axonal.
Radiografia e TC normais não descartam lesão medular em crianças com parestesias ou fraqueza pós-trauma; a ressonância deve ser realizada em regime de urgência.
Crianças menores de 8 anos necessitam de elevação torácica ou prancha com recesso occipital para manter o alinhamento neutro e evitar flexão forçada da coluna cervical.
Como Citar este Capítulo (Formato Vancouver)
Indexação bibliográfica oficial do Tratado SBCCristante AF, Freitas MTB, Figueiredo CCN. Lesões traumáticas da coluna na infância. In: Pudles E, Defino H, Risso M, editores. Tratado de cirurgia da coluna vertebral. 1. ed. Rio de Janeiro: Dilivros Editora; 2026. p. 347-352.
Referências bibliográficas

O videocast completo será liberado automaticamente neste player na quarta-feira (07/10) a partir das 18h00.
Videocast oficial derivado dos capítulos do tratado.
Episódio 06 – Escoliose de Início Precoce
Pulmão e Coluna em Crescimento: desenvolvimento torácico, classificação C-EOS e técnicas cirúrgicas que preservam o crescimento
